quinta-feira, 10 de outubro de 2013
PSICOPEDAGOGIA CLÍNICA X INSTITUCIONAL: DO QUE SE TRATA?
terça-feira, 21 de maio de 2013
Crianças especiais
| Transtorno Obsessivo Compulsivo na Infância | ||||
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Normalmente, essas manias obsessivas consomem muito tempo, gerando angústia e ansiedade tanto para a criança quanto para seus familiares.
Tratamento
Ao observar os sintomas citados acima se deve procurar a orientação de profissionais qualificados, que trabalham com crianças, para fazer o diagnóstico, pois na maioria das vezes, a criança não tomará iniciativa de queixar-se dos sintomas obsessivos compulsivos. O profissional deverá recomendar psicoterapia acompanhada ou não de uso de medicamentos.
Bibliografia
Ivana Silva e Cássia Nunes
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Crianças especiais
| Síndrome de Down | ||
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Causas
Dentro de cada célula do nosso corpo, estão os cromossomos, responsáveis pela cor dos olhos, altura, sexo e também por todo o funcionamento e forma de cada órgão do corpo interno, como o coração, estômago, cérebro, etc. Cada uma das células possui 46 cromossomos, que são iguais, dois a dois, quer dizer, existem 23 pares ou duplas de cromossomos dentro de cada célula. Um desses cromossomos, chamado de nº21 é que está alterado na Síndrome de Down. A criança que possui a Síndrome de Down, tem um cromossomo 21 a mais, ou seja, ela tem três cromossomos 21 em todas as suas células, ao invés de ter dois. É a trissomia 21. Portanto a causa da Síndrome de Down é a trissomia do cromossomo 21. Podemos dizer que é um acidente genético. Esse erro não está no controle de ninguém.
Consequências
Em face de hipotonia do bebê, este é mais quieto, apresenta dificuldade para sugar, engolir, sustentar a cabeça e os membros.
A abertura das pálpebras é inclinada como parte externa mais elevada, e a prega, no canto interno dos olhos é como nas pessoas da raça amarela. Tem a língua protusa (para fora da boca). Em 40% dos casos são encontradas cardiopatias. Sua estatura é baixa. Apresenta um rebaixamento intelectual.
Não há cura para esta síndrome, ela é uma anomalia das próprias células, por isso não exite meio algum de cura até o momento.
Como forma de tratamento pode-se iniciar a partir do 15º dia do nascimento programas de estimulação precoce que propiciem ao bebê seu desenvolvimento motor e intelectual.
Bibliografia
PUECHEL, S. – Síndrome de Down Guia Para Pais e Educadores. 4º ed. Campinas: Papitus, 1993.
MANTOAN, E. T. M. Essas Crianças Tão Especiais. – Manual para Solicitação do Desenvolvimento de Crianças Portadoras da Síndrome de Down, Corde (Coordenação Nacional para Integração da Pessoa Portadora de Deficiência) – Brasília, 1993.
TELFORD, C. W., Sawrey, J. M. O indivíduo Excepcional - 5ª Edição
Texto de Ivana Silva, revisado por Cássia Nunes
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TDAH na infância também causa problemas na idade adulta
Dados de amostragem: 272 homens de 41 anos com e sem TDAH
Resultado: Homens adultos que receberam diagnóstico de TDAH na infância têm menores níveis de escolaridade, ganham menores salários, se divorciam mais e abusam mais de substâncias químicas.
terça-feira, 1 de janeiro de 2013
Alunos criam jogo de celular para ajudar pessoas com dislexia
O projeto foi desenvolvido pelos alunos Éric Gomes e Márcio Araújo. O desafio era fazer um jogo educativo para celulares e tablets que ajudasse pessoas com dislexia, como explica Maria Estela Guimarães, psicóloga e mãe de um filho com dislexia. “É um distúrbio de aprendizagem que tem uma origem neurobiológica, quer dizer, está no cérebro, e interfere diretamente no processo de leitura e escrita”, conta.
Os meninos prometem que os jogos serão gratuitos pra baixar da internet, a partir de janeiro. A ideia deles foi reconhecida por uma ONG que ajuda pessoas com dislexia em todo o país. Como prêmio eles ganharam uma viagem aos Estados Unidos para conhecer o MIT, Instituto de Tecnologia de Massachusetts, um dos mais importantes do mundo.
Ideia e aprovação
A ideia da dupla foi criar uma palavra cruzada com sílabas, diz um dos desenvolvedores. “No lugar de letras você coloca sílabas nas casas. E a sílaba fica em bolhas flutuando pela tela e você tem que arrastar ela para posição correta pra poder formar as palavras, que são faladas no início da frase”, explica Márcio Araújo.
sábado, 30 de junho de 2012
Um pouco sobre o Psicopedagogo
sábado, 7 de abril de 2012
Adolescentes
quarta-feira, 22 de junho de 2011
quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
Crianças especiais também podem brincar com brinquedos convencionais
Contudo, os brinquedos:
- devem ser inquebráveis;
- não podem ter pontas;
- precisam ter cores vivas;
- possuírem partes móveis;
- serem sonoros;
- serem agradáveis ao contato;
- possuírem texturas diferentes.
Cada brinquedo pode ter uma função ideal para cada caso. O estímulo à criança especial no emprego de brinquedos, pode expandir o seu potencial, se houver estimulação adequada a sua condição de desenvolvimento, às suas necessidades ajustadas e as suas possibilidades.
Algumas crianças com necessidades especiais podem ter dificuldades para manipular brinquedos convencionais, mas os pais ou educadores podem adaptar ou criar brinquedos apropriados para as mesmas.
É preciso incentivar sempre a criança especial a manusear brinquedos Nunca espere que uma criança especial faça isso sozinha, ajude-a. Sobretudo, não exija da criança especial atuação incompatível com a realidade e maturidade na qual se encontra. Muitos pais e educadores sabem que os brinquedos são facilitadores do processo ensino-aprendizagem, mas precisam conhecer vários tipos de brinquedos, suas alternativas de exploração e suas especificidades.
É de fundamental importância que conheçam a vida social das crianças especiais com as quais se esteja convivendo. Assim poderão conhecer mais a condição da deficiência na sociedade como um todo, bem como o desenvolver da criança especial por meio da ludicidade. Desta maneira as crianças especiais, podem experimentar vivências lúdicas mais benéficas.
Segundo Oliveira (1984), a riqueza do brinquedo decorre de sua capacidade de instigar a imaginação infantil. O brinquedo auxilia a criança especial a sentir-se protegida e a ajuda muita a superar alguma dor,frustração ou perda.
Para Vygotsky (1988), o brinquedo é um estímulo a seu desenvolvimento físico e mental.
Podemos afirmar que o brinquedo contribui definitivamente no processo de socialização, desenvolvendo na criança especial a expressão e a comunicação verbal, podendo ainda responder às pretensões da sua qualidade de vida, podendo fazer com que a mesma participe prontamente dos processos da aprendizagem de maneira feliz, divertida e muito prazerosa. O brincar para a criança de acordo com Bomtempo & Zamberlan (1996), é necessário, uma vez que isto contribui para seu desenvolvimento bem como para sua capacidade de aprender e de pensar.
Sendo assim, para crianças especiais, devemos oferecer brinquedos que possibilitem atender adequadamente ás suas necessidades e possibilidades, com vistas a promover um cuidado eficaz ao seu desenvolvimento integral.
Aufauvre, M. R. (1987). Aprender a Brincar / Aprender a Viver. São Paulo: Manole Ltda.
Bomtempo, E. H. C, & Zamberlan, M. A. (1996). A Psicologia do Brinquedo. Aspectos Teóricos e Metodológicos. São Paulo : Edusp.
Fonseca, V. (1995). Educação Especial: Programa de Estimulação Precoce. Porto Alegre: Artes Médicas.
Maluf, A.C.M (2003) Brincar Prazer e Aprendizado. Petrópolis: Vozes.
Oliveira, P. S. (1984). O que é Brinquedo?. São Paulo, Brasiliense.
Vygotsky L. S. (1988). A formação social da mente. São Paulo: Martins Fontes.


